museu do dinheiro

museography, exhibition design, environment, wayfinding
client
Banco de Portugal

year

2010-2016

location

Lisboa, Portugal

credits

Francisco Providência, Providência Design (museography, design and coordination)
with:
Miguel Palmeiro, united by (design development)
Pedro Sousa, united by (design development)
and:
Catarina Providência, Cariátides (prodution)
Diogo Barros, Newton (engineering)
Gabriella Casella, Cariátides (content management)
Mário Vairinhos (interaction)
Pedro Almeida, Mental Factory (programming)

awards

Museu Português do Ano APOM 2017
Acesso Cultura 2017, melhor acessibilidade integrada
Museu Europeu do Ano EMYA 2017, nomeado
BID 2016, Prémio Diseño de espacios e interiorismo, finalista

photos

Costamendes
Luis Ferreira Alves
Paulo Cunha Martins
The exhibition intends to make “money” comprehensible both as a local and a global phenomenon, that has evolved from a material, tangible and analogical dimension, to one representational, virtual and intangible.

The existing numismatic collection, the Portuguese Central Bank requirements and the morphology of the rehabilitated building entailed for the creation of 10 thematic independent spaces, that wore set-up under a linear and interconnected disposition over the 4 floors intended for the exhibition. The museographic layout establishes a continuous and symmetrical circuit with an existing complementarity between each floor and a clear unity within the ascending/descending vertical progression.

Although undeniable adequacy of the exhibition layout to the building structure can be perceived — both by the anatomy of the exhibition and by its rhetoric —, each room/theme treats its subject in a specific and unique way, holding a distinct and memorable expository device; resulting in a sensory-stimulating and different aesthetic experience.

Francisco Providência
Constituindo um circuito contínuo e simétrico, o percurso museográfico encontra motivos de complementaridade nas exposições de cada piso, e uma clara unidade de sentido na progressão vertical de ascensão e descida entre os quatro pisos que ocupa, ajustando-se à morfologia do edifício.

A colecção numismática existente, o programa apresentado pelo Banco de Portugal e a morfologia do edifício recuperado onde foi acolhido o museu, favoreceram a criação de 10 espaços/tema independentes e linearmente ligados, conduzidos pela mesma intenção de tornar compreensível "o dinheiro", enquanto fenómeno local e global, que evoluiu de uma dimensão material, tangível e analógica, para outra representacional, virtual e intangível.

Embora se sinta uma evidente adequação da exposição à estrutura e forma do lugar, não só pela anatomia da exposição mas também pela sua retórica, cada sala /tema trata o seu argumento de modo específico e singular, recebendo um dispositivo expositivo diferente e memorável; o efeito resultou numa experiência estética (relativa aos sentidos) sempre estimulante e distinta. 

Francisco Providência
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